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Automação em Logística é uma realidade cada vez mais crescente

O Google planeja há tempos um carro sem piloto, mas será mesmo a indústria da logística que chegará antes nesta pista com os tais “Self-Driving Vehicles in Logistics”?Testes recentes realizados pelos grandes players norte-americanos do segmento tornaram realidade a movimentação de cargas, ainda em áreas não públicas, via caminhões autônomos.

A previsão destas grandes empresas é evoluir o sistema para as rodovias, de forma que tais veículos antecipem mudanças de rotas, como troca de pistas ou alteração numa “highways”, tornando o processo mais seguro também com a limitação de velocidade e observação de impactos ambientais.
Entretanto, a indústria logística terá implementos tecnológicos também nos portos e aeroportos, automatização de paletes e containers, conforme estudos preveem.

Nos Centros de Distribuição haverá veículos autônomos que reconhecem a melhor navegação e não parariam o processo, pois conseguiriam transpor obstáculos em quaisquer espaços. Hoje, mesmo a melhor tecnologia nesse sentido ainda encontra problemas espaciais, mesmo com sensores de direção avançados.

O que virá num futuro breve para a cadeira logística serão os tais “autônomos” com performance de 360º e scanners 3D que mapeiam as rotas, essa será a próxima geração de tecnologia para a otimização em DC (Centros de Distribuição). Uma mercadoria parada na rota não será problema para os sistemas wireless instalados nos pisos e monitorados por rádios de alta frequência. Segundo pesquisas, as aplicações serão múltiplas na cadeia logística.

A aplicabilidade, de acordo com os estudos mencionados, será em:

  • Operações em DC (Centros de Distribuição)
  • Operações internas em logística
  • Transporte pesado de cargas em rodovias, entre cidades
  • “Last-mile delivery” – Entrega final no processo de Supply Chain

Entenda as previsões sobre Automação Logística:

Transport Research Arena, evento que acontece a cada dois anos, foi iniciado em 2006 e trata sobre os principais desafios da logística e do transporte na Europa, num encontro que normalmente envolve indústria, especialistas, pesquisadores e governo. As linhas de pesquisa tem como objetivo trazerem à luz como será a inovação no campo de automação logística:

  • Integração e comunicação entre veículos, pessoas e mercadorias;
  • Veículo autônomo (sem motorista);
  • Novos serviços de mobilidade.

De acordo Alessandro Santiago dos Santos, gerente de pesquisas – automação, governança e mobilidade digital do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o evento quer, cada vez mais, fortalecer o posicionamento do uso da RFID (Identificação por Rádio Frequência) , como um canal de comunicação com as mercadorias será viável e muito útil sim, uma vez que a RFID será a nova geração de identificação de mercadorias, principal porta de diálogo das mercadorias com os veículos ou pessoas. “Extrapolando para um cenário logístico interno nos Centros de Distribuição (Warehouses), imaginemos o mesmo circuito, onde uma mercadoria é inicialmente identificada (etiquetada), é colocada em uma esteira, por onde é decodificada por leitores que identificam o destino e obtêm dos sistemas as regras de transporte desta mercadoria. Ela é então, separada e encaminhada para o portão de despacho ou armazenagem, utilizando as definições em tempo real que podem estar embasadas em atrasos de entrega, por exemplo.

Se, ao invés de uma esteira, tivermos dentro do Centro de Distribuição um caminho percorrido por um veículo autônomo, o cenário seria similar? Então é uma das questões que move os desafios futuros da logística.” Alessandro Santos lança a previsão: “Acredito que a RFID fará parte deste futuro”.

“ Se um distribuidor de alimento ou bebida tiver disponível um AGV (sigla em inglês para o Veículo Autônomo) então a entrega será maximizada, custos serão reduzidos para muito além dos grandes centros de distribuição. ” Ralph Mills, director de sistemas integrados numa tradicional empresa de manufatura norte-americana (DaifukuWebb’s)

Antes da estrada, o RFID

RFID (Radio-Frequency IDentification ou Identificação por rádio-frequência) tecnologia para identificação de itens de produtos simples até automóveis e equipamentos. O sistema funciona por meio de ondas de rádio, assim etiquetas especiais de rádio frequência (em formato de microchips) são acopladas nos produtos. Tais dados são identificados e podem ser transmitidos para um sistema de gerenciamento.

  • Capacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados para etiquetas ativas;
  • Detecção sem necessidade da proximidade da leitora para o reconhecimento dos dados;
  • Durabilidade das etiquetas com possibilidade de reutilização;
  • Redução de estoque;
  • Contagem instantânea de estoque;
  • Precisão nas informações de armazenamento e velocidade na expedição;
  • Localização dos itens ainda em processos de busca;
  • Melhoria no reabastecimento com eliminação de itens faltantes e aqueles com validade vencida;
  • Prevenção de roubos e falsificação de mercadorias;
  • Otimização do processo de gestão portuária, permitindo às companhias operarem muito próximo da capacidade nominal dos portos.

Como está a Automação Logística no Cenário brasileiro?

Em termos globais o Brasil, de acordo com especialistas internacionais, fará bons e altos investimentos neste mercado, ao lado da China que despontará, bem como Rússia.

Ainda haverá o crescimento da produção de mercadoria manufaturadas nos países do Leste Europeu.

Para manter sua competitividade, os Estados Unidos, segundo os estudiosos, terão que investir em novos equipamentos, especialmente os de segurança no trabalho e automatização.

A Apoio Logística tem a tecnologia como aliada ao seu processo, seja no transporte ou seja no Armazém. O Grupo tem buscado continuamente o avanço tecnológico em suas operações.

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