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Como reduzir os custos operacionais no transporte de cargas?

Reduzir os custos operacionais no transporte de carga é um desafio enorme, que exige conhecimentos técnicos e visão estratégica. Esta redução é, sem sombra de dúvidas, um item crucial. Claro, também contam a rapidez e a segurança na entrega.

As novas tecnologias trouxeram ganhos enormes, como o acompanhamento em tempo real de todas as etapas, além da possibilidade de cotações online.

 

O setor de transportes no Brasil

No Brasil, do volume total de produtos e insumos, estima-se que 65% sejam transportados por carretas e caminhões.

De acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), o número de rodovias brasileiras pavimentadas aumentou mais de 20% de 2002 para cá. Enquanto isso, a quantidade de veículos foi crescendo na ordem de 180%.

Há um grande número de empresa trabalhando com transporte de cargas, desde microempresários até os operadores logísticos de grande porte.

Mas apesar da oferta especializada, falhas marcantes de logística ainda oneram bastante esse tipo de transporte (não bastassem os “gargalos” de infraestrutura existentes no país e o investimento deficitário no setor!).

Uma falha comum é a não captação de “carga de retorno”. Atualmente, há muitos caminhões circulando vazios pelas rodovias em razão disso, o que contribui para a elevação do custo operacional, além de sobrecarregar a malha viária com veículos de grande porte em condição ociosa.

E o custo operacional é justamente o principal parâmetro definidor do valor de frete.

 

Entendendo os custos operacionais

Como ocorre em outros setores, no trabalho de logística há gastos fixos e variáveis. É preciso calcular tanto as variáveis (ex: peças de manutenção, pneus, combustível e outros insumos do caminhão) quanto os fixos (emplacamento, seguro, tributos e demais encargos obrigatórios, além de salários e o cálculo de depreciação do veículo).

Os custos variáveis pesam bastante no cálculo do transporte para longa distância enquanto os custos fixos pesam bastante no cálculo do transporte para curta distância. Considerando que os caminhões têm, cada qual, suas características e especificidades, então cada veículo terá uma previsão de custo variável muito diferente um do outro. Para cada modelo, um cálculo por tipo de veículo (um erro comum é não fazer esse cálculo por tipo de veículo). Entre outras coisas, considera-se o ano do veículo, média de consumo de combustível e suporte do fabricante.

Para entender como são calculados os valores de  fretes veja o artigo o que avaliar na conta de custo por quilômetro. 

Juntamente com a distância, é preciso também considerar o peso e o tipo de carga (questões que, inclusive, irão determinar o tipo mais adequado de veículo para o transporte, como aqueles adaptados para produtos perecíveis). Cargas mais frágeis resultam em fretes mais caros.

Um item que também encarece o frete – e que muitas vezes é ignorado – é a circulação por rotas para as quais a demanda é menor, uma vez que o trajeto irá gerar impacto sobre o sistema viário local (ex: estradas vicinais, perimetrais e/ou vias locais sem a devida estrutura para veículos pesados).

Portanto, como podemos constatar, alguns custos são inevitáveis; outros, porém, podem ser minimizados. Há meios de racionalizar e otimizar os serviços, economizando sem perder em eficiência.

 

Reduzir os custos operacionais

Para associar qualidade com economia é fundamental realizar o mapeamento de todas as etapas do trabalho de logística, planejando rotas e conciliando as demandas entre elas (garantindo cargas de retorno), reduzindo trajetos ociosos, otimizando o acondicionamento de cargas, aproveitando melhor os espaços nos veículos, entre outras providências.

As novas tecnologias e o uso da internet facilitam e agilizam o contato entre as empresas que demandam e aquelas que oferecem o serviço de transporte. O contratante pode acompanhar a movimentação da carga, bem como todas as demais fases do transporte, inclusive informações sobre o motorista.

Tudo isso refletirá em queda no preço do frete. Mas como saber se o operador de cargas escolhido por sua empresa tem habilidade suficiente para avaliar e unir as melhores soluções em logística?

 

Como selecionar um operador de qualidade?

Vários fatores devem pesar na hora de selecionar e negociar com uma transportadora. Os principais, contudo, podem ser classificados em duas categorias: atendimento e preço. A experiência e a performance (associadas ao atendimento) garantirão o cumprimento dos prazos de entrega.

Quando sua empresa opta pelo serviço terceirizado de transporte de carga, ela obtém um serviço especializado, com flexibilidade nos horários e trajetos; frota adaptada; monitoramento; segurança e, principalmente, preços mais baixos para o transporte (devido ao know-how do operador e sua capacidade de redução de custos planejando as melhores rotas, fazendo cruzamento entre elas).

Além disso, uma empresa terceirizada possui conhecimento do mercado logístico, com amplo domínio dos processos operacionais.

Para contratar uma transportadora de cargas, veja o seu tempo e experiência no mercado de transportes. Pois sem considerar a experiência e os demais fatores citados acima, você poderá ter prejuízos que vão muito além dos danos à carga, conheça o papel da logística na fidelização dos seus clientes.

Compreendeu todos os fatores envolvidos na redução dos custos operacionais no transporte de carga? Quer saber como eliminar os custos através da terceirização de frota? Entre em contato comigo agora 11 95475-6564 ou osmar.vinci@grupoenar.com.br

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