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Quer navegar tranquilo em 2018? Veja os 7 princípios em Supply Chain mais procurados.

Sempre é bom criar na cadeia de suprimentos um planejamento próprio e único que otimize os processos das empresas, crie uma ordem necessária para vários indicadores que impactam no supply chain, e melhor, que possa mudar de rota. Isso mesmo, mudar de rota quando o mercado ou os clientes mudarem também, assim como um navio muda de curso ao ver um obstáculo depois da névoa.

Para voce navegar bem em 2018 veja os 7 princípios em supply chain mais procurados, que apesar de terem sido escrito há algum tempo, provavelmente ainda nortearão seus negócios de forma ampla.

Faça o check-list:

Princípio 1

Segmentação de clientes com base nas necessidades de grupos distintos de serviços e adaptação à cadeia de abastecimento para atender a esses segmentos de forma lucrativa. Uma segmentação tradicional pode ser dividida por indústria, produto ou canal de comércio.
A observação destes perfis facilita para o operador logístico estabelecer os serviços valorizados por todos os clientes versus os valorizados apenas por determinados segmentos.

É interessante nesta fase, aplicar um processo de desenvolvimento de um menu de programas da cadeia de suprimentos e criação de pacotes de serviços por segmentos específicos. Estes programas podem combinar serviços básicos para todos, e implementar no menu do programa (software) o que seja interessante para segmentos específicos, mas nada de padronizar ou tomar isso como verdade absoluta. “O objetivo é apenas encontrar o grau de segmentação e variação necessária para maximizar a rentabilidade”.

A verdade é que muitos fabricantes, ou mesmo grandes empresas líderes, podem não saber quais são seus clientes mais rentáveis para servir e aqueles que poderão gerar maior rentabilidade a longo prazo, e ainda, os que estão mais propensos a reter o aumento de volume. Essa análise será sempre fundamental para que a empresa possa fechar a equação – aumento de volume e preço.

Para atingir e manter o equilíbrio adequado entre o serviço e rentabilidade, a maioria das empresas terá de definir prioridades e a implantação de programas adaptados para capitalizar as competências existentes e maximizar o impacto do cliente.

Princípio 2

Personalize a rede logística para as exigências de serviço e rentabilidade de segmentos de clientes. As empresas têm tradicionalmente adotado uma abordagem muito estanque para projeto de rede de logística na organização de suas atividades de transporte.

Para alguns, a rede logística foi projetada para atender às necessidades médias de serviço de todos os clientes; para os outros, para satisfazer as exigências mais difíceis de um único segmento de clientes.

Dica: Tenha em mente sempre que o processo de supply chain é dinâmico.

Princípio 3

Ouvir os sinais do mercado e alinhar o planejamento de demanda nesse sentido em toda a cadeia de abastecimento, garantindo previsões consistentes e alocação de recursos. Fabricante e sua força de vendas devem estar alinhados.

Flexibilidade e resiliência serão palavras-chave na hora de investir tanto em recursos humanos quanto financeiros. Um software de gestão de planejamento para demanda auxiliará e muito nesta decisão.

Princípio 4

Diferenciar o produto mais perto da conversão do cliente e a velocidade em toda a cadeia de abastecimento. Neste princípio a ideia é lançar mão de redução de custos através de técnicas just-in-time. Por exemplo, os fabricantes de determinados segmentos podem ter seus SKUs (unidades de manutenção de estoque) em volumes excessivos.

Hoje existe uma grande variedade de requisitos de embalagens solicitadas pelos grandes varejistas. Para literalmente não perder recursos e “inchar” seus estoques, estes fabricantes devem equalizar tais exigências com a velocidade de saída dos produtos.

Princípio 5

Gerenciar fontes de abastecimento estrategicamente para reduzir o custo total de propriedade de materiais e serviços. Se forçamos nosso fornecedor para fornecer 90 dias de material expedido, quando 30 dias são suficientes, o custo desse inventário vai encontrar seu caminho de volta desde o preço do fornecedor para nós, uma vez que aumenta e encarece a sua estrutura de custos. A extensão lógica deste pensamento é, acordos de compartilhamento de ganhos para recompensar e integrar todos os que contribuem para a maior rentabilidade.

Princípio 6

Desenvolver uma estratégia de tecnologia para a cadeia de suprimentos que suporte vários níveis de tomada de decisões e que forneça uma visão clara do fluxo de produtos, serviços e informações.

Para sustentar os processos de negócios é necessário não só tecnologia em si, mas sim aquela que traduza os dados em informações consistentes para que a empresa possa mudar de estratégia se necessário, e corrigir rumos, de modo a otimizar todo o processo da cadeia.

Princípio 7

Adotar medidas de desempenho de abrangência para medir o sucesso coletivo em chegar ao usuário final de forma eficaz e eficiente. A excelência na cadeia de suprimentos está em gestores que possuem visão ampla, de medidas que se aplicam a todos os elos da cadeia de suprimentos e incluem tanto serviço e métricas financeiras.

A visão e os indicadores adotados pela empresa irão fornecer uma ordem, não só à cadeia de abastecimento, mas também para visualizar o desempenho da perspectiva correta: a do cliente.

Fonte: “Ten Classics from Supply Chain Management Review 8” – por David L. Anderson, Frank F. Britt, and Donavon J. Favre When, David L. Anderson and Donavon J. Favre –  Andersen Consulting’s Strategic Services Logistics Practice. Frank F. Britt.

Como está o seu planejamento da sua empresa para 2018? Compartilhe a sua experiência nos comentários! Entre em contato comigo agora 11 95475-6564 ou osmar.vinci@grupoenar.com.br

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