Dicas,

Por que o fator humano ainda é a melhor estratégia de crescimento?

Todo empresário ou executivo quer ter a melhor estratégia de crescimento e para que isto se torne uma realidade as empresas modernas têm cada vez mais dado atenção ao fator humano, ou seja, aos funcionários, as qualificações, os conhecimentos e as ideias que eles podem oferecer. É possível encontrar facilmente palestrantes, pesquisadores, afirmando em primeiro lugar, de uma boa estratégia de crescimento está no funcionário.
Essa máxima vale para qualquer segmento. Nos processos logísticos o bom desempenho da SCM (Supply Chain Management – Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos) está ligado à equipe.
Investir em equipamentos, transportes, estrutura de armazéns e tecnologia de informação, acaba não valendo nada se os colaboradores não souberem como aproveitar o melhor de cada ferramenta operada para obter resultados satisfatórios.
E quando há novas implementações de processos dentro de uma empresa, os problemas surgem sem nenhuma cerimônia. Situações de tensão e stress são comuns em um ambiente onde deveria haver empolgação e dinamismo.
Saber das necessidades de uma boa logística e seu potencial, não é o suficiente para compreender o que é logística. É preciso ter uma equipe com os conhecimentos e as especializações que atendam as exigências de cada função.
A implantação da logística é um processo complexo que vai além do transporte e armazenagem. Dentro dessa operação, saber como lidar com problemas, trazer novas soluções e implementá-los dependerá dos colaboradores treinados e qualificados a desempenhar funções específicas e ligadas.

Diferenças entre equipes e grupos

Profissionais qualificados dentro de uma empresa agregam valor ao produto/serviço, e claro, atendem as expectativas do cliente.
É importante conscientizar empresas do valor do profissional treinado. Afinal, existe uma diferença entre equipe e grupo.
Cada integrante de uma equipe desempenha uma função, contudo, com as tarefas e a comunicação bem alinhadas é impossível visualizar individualmente seus membros. A equipe se transforma em uma força tarefa indivisível e dinâmica, e como consequência, erros e ruídos na comunicação deixam de existir.
Em um grupo é possível avaliar individualmente o desempenho de cada indivíduo. Alguns colaboradores se sobressaem, outros são sobrecarregados e há ainda, profissionais que exercitam o que chamamos de “folga social”. O grupo se torna mais suscetível a erros e atrasos.
Para transformar um grupo em equipe é importante, além do comprometimento dos colaboradores, o treino constante desses profissionais, para melhor integrarem as ferramentas humanas e mecânicas, sugerindo e colocando em prática melhorias em uma operação.

Eficácia do treinamento

Um treinamento de melhor desempenho é o curso de extensão. Onde o principal objetivo é aperfeiçoar o conhecimento do profissional. Muitos desses cursos apresentam curto período e conteúdo mais centrado dentro das especificidades das funções.
Cursos ou treinamentos têm ganhado cada vez mais destaque junto a empresas, pois atuam como estímulos para os colaboradores, que por sua vez, respondem com resultados expressivos, tanto em setores operacionais como nos de gerenciamento.
O cenário logístico enfrenta diversas barreiras, gargalos, bloqueios burocráticos, altos custos, atrasos logísticos, espaços de armazenagem, entre outros, por esses motivos, um dos recursos indispensáveis é a informação.
Informações em tempo real e precisas permitem menos chances de erros, perspectivas mais positivas e a conservação da empresa em um mercado cada dia mais acirrado.
Saber o que fazer é apenas a ponta do iceberg. Portanto é necessário focar no fator humano, ter em mente como executar de forma inovadora, a fim de gerar lucros e melhoria no desempenho de uma empresa.

Resultado de uma equipe engajada

Em resumo, uma equipe engajada traz ótimos resultados para a empresa, ter um cronograma de treinamento que atenda as necessidades irá manter a equipe atualizada. Em muitos casos estes treinamentos podem ser realizados com o próprio pessoal interno, basta um pequeno esforço e apoio das áreas necessárias para que isto se torne uma prática comum. O fator humano tem que ser prioridade sempre.

Está pensando em se especializar em logística e gostou de alguma dessas ideias? Conte para gente que especialização mais interessou você! Entre em contato comigo agora 11 95475-6564 ou osmar.vinci@grupoenar.com

Armazenagem, Logística Interna, Projeto Logístico,

Como gerenciar a supply chain em tempos de crise?

Para gerenciar a supply chainem tempos de crise as empresas buscam alinhar suas capacidades de produção, reduzir custos, garantir que fornecedores mantenham o fluxo de matéria prima. Em tempos de crises as empresas lidam com a redução de pedidos, as margens caindo drasticamente em virtude da concorrência desleal. Muitas empresas concentram-se nesse momento em reduzir capacidades de produção, redução da quantidade de fornecedores.

Normalmente tempos difíceis são originários de mudanças no clima econômico e estas pressões pode ocasionar decisões ruins por parte de alta gerência de grandes empresas.

Por exemplo, quando um terceiro nível de fornecedor automotivo de médio porte no sul da Alemanha há anos atrás foi confrontado com reduções significativas de demanda, a empresa reagiu rapidamente. O fornecedor encerrou uma unidade de produção, mudou os volumes de produção para países de baixo custo, e os funcionários se ajustaram à diminuição do volume. Infelizmente, o conhecimento específico que foi necessário para estabelecer novas linhas de produção não foi transferido.

As medidas tomadas eram focadas na melhoria de produção com redução de custos, mas aplicadas em paralelo à forte pressão da crise levaram a empresa ao ponto de falência. Conforme apontam Kai Hoberg – professor associado de supply chain e operações estratégicas na Kühne Logistics University- Hamburgo (Alemanha); e o especialista, Knut Alicke, da McKinsey & Company, em seu artigo original sobre quais lições as empresas podem extrair da crise do Lehman Brothers para construir novos modelos otimizados em suas cadeias de suprimentos.

Gerenciando a cadeia de suprimentos durante a pandemia covid-19

Com a crise econômica causada pela pandemia a empresa deve manter seu foco em proteger a liquidez e o fluxo de caixa; mitigar ao máximo os impactos aos funcionários e a cadeia de abastecimento; estar preparada para atender cirurgicamente a demanda com escalabilidade; evitar custos improdutíveis e; sendo possível, ajustar seu produto final e linha de produção para atender, com rapidez, novas demandas surgidas pela crise. O alinhamento das operações com o uso de uma comunicação clara e objetiva, diminuem as distâncias departamentais e promovem a sinergia na busca do objetivo comum: a viabilidade do negócio. Fundamentalmente, aproximar-se ao máximo dos clientes, entendendo suas restrições e demandas atuais, mantendo a habilidade logística de cumprir prazos, e de priorizar a alocação dos recursos disponíveis. E, por fim, pós-crise, estar preparado para retornar rapidamente às operações normais no menor prazo possível.

Quadro proposto de cinco itens essenciais para gerenciar a supply chain em tempos de crise:

  1. Em primeiro lugar, os gestores da cadeia de abastecimento deve ganhar uma compreensão clara de potenciais cenários de demanda, já que a demanda deve ser a base de todo o planejamento da cadeia de suprimentos.
  2. Em segundo lugar, as empresas devem ter garantia de abastecimento para evitar gargalos críticos como fornecedores saírem do negócio.
  3. Em terceiro lugar, as empresas devem acelerar todos os esforços para criar cadeias de abastecimento flexíveis e ágeis que possam lidar com todos os tipos de variabilidade.
  4. Em quarto lugar, os gestores devem reduzir cuidadosamente estoques para liberar dinheiro que é essencial para as ações de resposta. Finalmente, as empresas devem também considerar a luz no final do túnel e deve começar a posicionar-se para a recuperação inevitável.
  5. Em quinto lugar, quando a crise termina a demanda pode voltar em velocidade muito superior aos níveis de preparação de alguns gestores que devido às dificuldades passadas ainda mantem a indústria em baixos volumes de produção.

Com base em nossa experiência, todos os cinco domínios de ação devem ser considerados em paralelo, o que fará com que os desafios excepcionais para os gestores da cadeia de suprimentos e ao mesmo tempo lidar com todos os tipos de falhas operacionais. Dessa forma, acreditamos que as empresas devem começar a preparar o mais cedo possível para os tempos difíceis que se avizinham. No final, eles não só se beneficiarão da crise, mas as ações também serão benéficas para o negócio a partir de uma perspectiva de longo prazo.

Demanda real – o primeiro desafio de percepção das empresas

Uma lição fundamental da crise financeira foi que várias empresas subestimaram a gravidade dos declínios na demanda, que atingiu 90% em algumas empresas. A previsão de demanda é o ponto de partida de todo o planejamento (ie, planejamento de capacidade, planejamento de suprimentos e planejamento da produção), é crucial para entender a verdadeira demanda. Assim, as empresas de sucesso têm buscado três ações fundamentais para melhorar a sua compreensão da procura: (i) identificação de informações sobre a demanda de confiança, (ii) comunicação com os clientes, e (iii) desenvolvimento cenários de demanda.

Informações reais sobre confiança do consumidor 

Para a maioria das empresas, a visibilidade da verdadeira demanda do cliente foi próxima de zero no início da crise. Afinal, até mesmo as ordens de longa data estavam sujeitas a cancelamento, como resultado de entrar em colapso a demanda do cliente.

Por esta razão, as empresas de sucesso estabeleceram um processo para monitorizar a probabilidade de cancelamento de pedidos que é similar aos processos para o controle da probabilidade de receber as ordens. Empresas bem-sucedidas rapidamente se afastaram de orçamentos e metas iniciais através da implementação de um novo processo de orçamento.

Comunique-se com frequência com os clientes – Várias empresas também estabeleceram uma comunicação mais frequente em relação aos seus clientes e deram ênfase ao curto prazo.

Os próprios departamentos de compras frequentemente não tiveram visibilidade sobre volumes de contratação nas próximas semanas e meses. Assim, o aumento da comunicação direta começou a ocorrer entre os departamentos de planejamento, enquanto detalhes do contrato foram coordenados entre vendas e departamentos de compras. Algumas empresas também começaram a integrar ainda mais os sistemas de planejamento e compras ao investir em atualizações em tempo real de dados.

Prepare vários cenários de demanda. Por causa da visibilidade limitada, uma única previsão para uma linha de produtos pode ser algo temerário.  As empresas de sucesso passaram a preparar vários cenários de demanda e planejar suas ações sob estes vários aspectos. Tais cenários incluíam analisar o seguinte:

• Qual será o pior caso se a demanda diminuir em mais de 80%?

• Qual é o resultado se todos os nossos clientes fecharem suas empresas em apenas três meses?

• Quais são os estoques agregados de todos os clientes (estrangeiros e locais), e o que precisam fazer para dar continuidade às suas ações?

• Por quanto tempo podemos empregar nossos trabalhadores, dada a atual carteira de encomendas e à falta de nova demanda?

Tais exercícios em relação ao cenário de crise já deram origem a modelos de ótimo custo benefício para as empresas de logística.

Normalmente, eles implementaram um sistema avançado de gerenciamento de risco de fornecedores que incluía três ações:

1.         Identificação de fornecedor crítico;

2.         O monitoramento da saúde do fornecedor e prazos de entrega;

3.         Garantir a sobrevivência de tais fornecedores.

Identificar o fornecedor e sua criticidade; muito embora a maioria das empresas desde então, ao menos nos Estados Unidos, tenham estabelecido um processo de avaliação de riscos e gestão regular, esses processos geralmente se concentram em interrupções na cadeia de abastecimento físicas, tais como desastres naturais ou ataques. O risco de perder fornecedores é muitas vezes negligenciado. Portanto, fornecedor que oferecer grau de criticidade precisa ser reavaliado com base no risco de insolvência. Quais as partes críticas e quanto volume obtemos de um fornecedor? Quais fornecedores alternativos são certificados? O que esses volumes alternativos podem fornecer

Muitas vezes, os fornecedores de segundo nível e subcontratados também contribuem para o problema, em particular na indústria automotiva. Por esta razão, as empresas que tiveram cenários de mapeamento da cadeia de suprimentos conseguem agora identificar mais facilmente os efeitos potenciais de tais fornecedores.

Material de maquinário em CD (Centros de Distribuição)

Monitorar a ‘saúde’ do fornecedor e os prazos de entrega. Tal monitoramento da ‘saúde’ do fornecedor envolve verificar por exemplo: informações dos compradores sobre a velocidade com que os fornecedores cumpriam as ordens ou solicitavam pagamentos anteriores, informações de visitas a empresas, discussões da indústria ou mesmo a perda de pessoas-chaves para entender a situação “real” do fornecedor.

Além disso, muitas empresas cuidadosamente analisavam as demonstrações financeiras trimestrais de seus fornecedores. Em qualquer cenário, o controle dos fornecedores deve ser cuidadosamente coordenado, e direcionar os profissionais aptos a recolher tais informações.

Outro tipo de fornecedor a se observar são os que reduzem suas capacidades de entrega para esticar as carteiras de encomendas por períodos mais longos. Ou seja, alinhamento de novos prazos de entrega com fornecedores já é uma medida preventiva.

Garantir a sobrevivência de fornecedores críticos. Pagar faturas no tempo ao invés de esticar prazos de pagamento pode garantir uma classificação de cliente preferencial que permite outras facilidades no futuro. No entanto, várias empresas foram obrigadas a garantir a sobrevivência dos fornecedores críticos. Nos casos em que não há fornecedores alternativos para bens críticos, as empresas até partilharem despesas ou administraram o inventário de fornecedores para aliviar os seus encargos financeiros.

Cadeias de Fornecimento

Quando a demanda mergulhou na crise financeira, muitas empresas lutaram com excesso de capacidade e se esforçaram para dimensionar corretamente suas operações no curto prazo. Foram medidas que ensinaram muito, pois tais projetos de rede e decisões pegada havia sido cuidadosamente planejado e implementado ao longo de vários anos para um cenário de demanda muito específica.

Para o futuro, sugerimos aos gestores abordar proativamente a incerteza da demanda e criar cadeias de abastecimento que sejam flexíveis.  Segundo os especialistas, que as empresas de sucesso seguem três ações fundamentais:

1.         A compreensão dos efeitos das flutuações de demanda;

2.         Conversão de custos fixos em custos variáveis; e

3.         Definir contratos inteligentes.

Entenda efeitos da flutuação de demanda:

“Uma tarefa-chave na definição de cadeias de suprimentos é combinar a capacidade com a demanda. Assim, é fundamental para se obter uma justa compreensão dos efeitos das flutuações de tal variável na cadeia. As empresas devem identificar quais ações devem ser selecionados com base nos cenários de demanda preparadas e devem incorporar a cadeia de fornecimento já pensando em suas estratégias da cadeia de suprimentos questionando: Como é que podemos fornecer o máximo de flexibilidade em relação a quaisquer mudanças na demanda?” – Kai Hoberg (Kühne Logistics University) e Knut Alicke (McKinsey & Company)

Tenha seu MRP (Material  Requirements Planning) II sempre atualizado, mantenha sempre uma avaliação em relação à sua demanda futura e suas implicações sobre a necessidade de materiais.

Conclusão

Devido a todos os pontos mencionados, se você precisa melhorar os serviços logísticos de sua empresa, se você quer uma avaliação sem compromisso de sua logística, se você precisa reduzir os custos de sua empresa, entre em contato com a Apoio Logística, com mais de 30 anos de atuação nessa área, sempre aprimorando ainda mais os seus serviços. Quem usa confia!

Gostou dessas dicas? Quer uma avaliação de sua logística? Entre em contato comigo agora 11 95475-6564 ou osmar.vinci@grupoenar.com.br

Fontes: Kai Hoberg (Kühne Logistics University – Hamburgo – Alemanha) e Knut Alicke (McKinsey & Company); Hoberg, K. Udenio, M., Fransoo, J. C. (2013): How Did You Survive the Crash? An Empirical Analysis of Inventory Management Capabilities in the Financial Crisis. Working Paper.

Agradeço em especial ao meu amigo Josué MartinsCoordenador de Logística na HANESbrands INC pela sua importante contribuição neste artigo.

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12 tipos de indicadores de desempenho para sua logística

Indicadores de Desempenho são cada vez mais importantes para profissionais da área. Com papel imprescindível para avaliação de boas operações logísticas, os indicadores de desempenho são responsáveis pelo controle através da medição de determinados elementos.
Uma atividade complexa e que ganha atenção de diversas empresas. A sua empresa possui indicadores de desempenho?
Dentro da logística, há uma centena de indicadores de desempenho. É possível encontrá-los na movimentação e armazenagem de cargas, gestão de estoques, na gestão das atividades de transportes, inclusive na logística reversa.
Essa diversidade ocorre devido às diversas nomenclaturas adotadas por empresas, que utilizam o conceito original, adequando a cada sistema de trabalho. O mais indicado seria manter uma uniformidade nas formas de mediação, contudo cada organização apresenta particularidades distintas, lembrando ainda de interferências de usuários finais.


Listamos 12 indicadores de desempenho mais representativos em termos de custo e nível de serviço. Esses indicadores também são utilizados por diversas organizações no Brasil e no exterior, tornando-os fundamentais para quaisquer empresas, independente das distinções da operação logística a ser executada.

1) Pedido Perfeito
Mede o percentual de pedidos entregues no prazo negociado com o cliente. São válidos nessa mensuração, pedidos completos, sem avarias e com documentos fiscais corretos.

2) Percentual de Entregas efetuadas dentro do prazo
Mede o percentual de entregas realizadas dentro do prazo acordado com o cliente.

3) Custo de Transporte como um percentual das Vendas
Mostra a participação dos custos totais de transportes sobre a receita de vendas da empresa.

4) Período do Ciclo de Logística Reversa
Afere o tempo decorrido entre a identificação da carga ou produto, integrado com o fluxo reverso e o seu devido encaminhamento para estocagem, troca, conserto, descarte, etc.

5) Custo de Devolução como um percentual do CMV – Custo das Mercadorias Vendidas
Mede o custo total para a operação do fluxo reverso. Inclusos nessa mensuração estão os gastos com manuseio, movimentação, armazenagens, embalagens.

6) Tempo de Ciclo do Pedido
Tempo transcorrido entre o recebimento do pedido do cliente e data real de entrega.

7) Produtividade da Mão-de-Obra na Separação de Pedidos
Afere a produtividade da mão-de-obra na separação de pedidos.

8) Tempo da Doca ao Estoque (dock-to-stock time)
Mede o tempo transcorrido entre o início da descarga e a disponibilização da carga ou produto para a separação de pedidos.

9) Custos Operacionais com Estoques (K factor)
Indica qual (R$) em estoque a empresa gasta na movimentação e armazenagem de seus materiais. Inclusos nessa medição estão: mão-de-obra, equipamentos, custos operacionais e até mesmo energia e água.

10) Custo de Manutenção do Estoque
Avalia o retorno para a empresa, se o valor investido em estoque fosse aplicado no mercado financeiro a uma taxa livre de risco.

11) Cobertura do Estoque
Verificação se o tempo de estoque é suficiente para atender a demanda, sem a necessidade de reposição. Mede quantos dias de estoque a empresa terá disponível.

12) Giro dos Estoques
Mede o número de vezes que o estoque foi utilizado em um período.

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7 dicas para você ter sucesso na hora da sua terceirização logística

Montar uma estrutura logística própria que atenda às necessidades e sazonalidades de uma empresa durante todo o ano, pode ser um processo caro e demorado. Segundo Ronal H. Ballou existem empresas que preferem fazer a sua terceirização logística com empresas especializadas em prestar estes serviços, os chamados operadores logísticos.

Diversas empresas têm dúvidas na hora de identificar as vantagens operacionais e estratégicas que envolvem a terceirização da logística. Veja como estas 7 dicas podem te ajudar a escolher melhor um parceiro para sua terceirização logística.

1. Analise as vantagens e desvantagens da terceirização

Parece óbvio, mas é necessário analisar e avaliar se a logística do seu empreendimento está preparada financeiramente para atender os seus clientes no prazo que o mercado exige. Com a terceirização logística haverá, na grande maioria dos casos, redução dos custos e uma diminuição do investimento de capital, pois o seu futuro operador já investiu pesadamente em equipamentos de transportes, armazéns, estruturas de estocagem, sistemas de processamento de pedidos, equipe administrativa e tecnologia logística.

Também faz parte dessa análise entrar em contato com os futuros parceiros logísticos e esclarecer dúvidas sobre como o seu processo logístico será atendido.

Esses procedimentos são importantes para saber lidar com problemas que podem surgir durante a implementação.

2.  Escolha com calma o seu novo parceiro logístico

O mercado oferece diversos parceiros, mas escolher é uma tarefa difícil e árdua, por isso, faça-a com muita calma.

Veja a relação de clientes no seu futuro operador logístico. Experiência e tempo de permanência no mercado podem ser um primeiro ponto de partida, não coloque a sua empresa na mão de aventureiros. 

Além de todas as obrigações básicas que o operador logístico deve apresentar, fatores como boa metodologia de trabalho, busca constante por novas tecnologias e equipamentos que aumentem e garantam a qualidade de serviço prestado, existem outros fatores a se considerar, como a capacidade do parceiro de se moldar as suas necessidades, assim como você deverá se adaptar a esse novo modelo. Em resumo, deve haver total integração entre as partes.

3. Converse e esclareça para seu parceiro as perspectivas do seu negócio

Para uma boa aliança é importante ter um compartilhamento de informações que facilitem o desempenho logístico, criação de regras operacionais para as duas empresas, objetivos específicos e definição do nível de serviço a ser alcançado.

Através de uma boa conversa você pode esclarecer quais suas perspectivas com relação ao negócio, essa informação é imprescindível para que o operador logístico consiga direcionar ações que aumentem os bons resultados.

4. Não é só o custo que deve ser avaliado, analise toda a proposta

A maioria das empresas avalia somente o custo final do projeto. Entretanto, dessa forma fica difícil prever os reais custos futuros sobre a operação. É preciso avaliar todo o processo envolvido na mudança para o seu futuro operador logístico.

Uma proposta técnica bem elaborada com todo escopo de trabalho definido pode ajudar muito na implantação e evitar o aparecimento de custos não discutidos.

Outro ponto importante é a flexibilidade e a capacidade de reação do seu futuro operador logístico em casos de mudanças de escopo de trabalho ao longo do tempo de parceria. Veja se o seu operador tem clientes de longa data, pois as necessidades mudam naturalmente ao longo do tempo.

5. O contrato é uma garantia

Por falar em contrato, um contrato protege tanto cliente como prestador. Não se deve abrir mão de um documento que exponha as obrigações de ambas as partes e defina as regras de saída em um eventual encerramento desta parceria.

6. Determine quais serão os procedimentos na implantação do seu projeto

Uma vez definido o escopo de trabalho e validado o contrato é hora de analisar e determinar os procedimentos de implantação do projeto da sua terceirização logística. Se bem executados, podem ser apresentados com um diferencial competitivo, por isso a importância desses pontos estarem claros e objetivos.

Assim como a empresa, o prestador deve conhecer e estar preparado para acatar a política de empresa, e por sua vez a empresa deve ter o conhecimento sobre os procedimentos do prestador.

Aqui cabe a elaboração de um cronograma de implantação com as responsabilidades distribuídas para o prestador e para a sua empresa.

7. A boa comunicação faz a diferença

É preciso acompanhar toda a operação, e se comunicar com seu parceiro quando necessário, apontar problemas ou insatisfações durante o processo.

A comunicação pode ocorrer por vários meios, sendo necessária uma equipe coesa para garantir o sucesso. Peça sempre feedback e relatórios sobre o processo.

Um prestador de serviço competente é capaz de criar indicadores de desempenho de forma simples e clara, defina quais informações você necessita e em que tempo elas devem ser enviadas.

Conclusão

Uma terceirização logística requer muita dedicação e análise constante para alcançar o sucesso neste processo. Aqui na Apoio Logística elaboramos o seu projeto com base nas informações colhidas, tanto em reuniões como em visitas técnicas, mapeamos e analisamos o seu fluxo logístico, após esta etapa definimos o melhor escopo de trabalho, criamos um cronograma de implantação e por fim, alinhamos como e quando serão entregues as informações relacionadas aos níveis de serviço, tudo isto para garantir o seu sucesso.

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distribui;áo urbana
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Como planejar a distribuição física com os grandes centros urbanos?

Temos muitos especialistas no Brasil estudando como planejar a distribuição física com os grandes centros urbanos observando a viabilidade do convívio produtivo entre transporte urbano e transporte de cargas, e o mais crucial, a mobilidade urbana. Afinal, o cliente e o produto precisam se movimentar numa precisão tal que nem mesmo o caos dos grandes centros impeça a distribuição correta de mercadorias, e o ir e vir de usuários de transportes.

De acordo com um estudo de caso da Associação de Pesquisa e Ensino em Transportes – ANPET – instituição sem fins lucrativos, que desde 1986 atua com o propósito de ser um fórum especializado para discussão da pesquisa e ensino em transportes no Brasil, “a magnitude da Logística Urbana se deve ao seu escopo, no qual se relaciona com todos os fluxos físicos, financeiros e de informação das atividades de distribuição física e de comercialização ocorridas nas cidades. São diversos interesses, ora em conflito, ora em consonância, que devem ser gerenciados de modo a maximizar a satisfação da coletividade” Para Prata et al. (2007).

Para Thompson (2003) apud Dutra (2004), a Logística Urbana “apresenta como um processo de planejamento para a distribuição física de mercadorias, baseado num sistema de integração, que promove inovações e reduz o custo (econômico, social e ambiental)”.

Contudo, a Logística Urbana está sujeita aos congestionamentos constantes, à falta de infraestrutura adequada para carga e descarga, às inundações, às manifestações, às obras e intervenções urbanas e outros fatores que elevam o tempo de viagem e que vão contra ao conceito de otimização associado à Logística Urbana (Silvestrini, 2013).

Se há este consenso teórico, na prática ainda estamos caminhando para desafogar mercadorias e criar um fluxo de distribuição eficiente.

Como podemos melhorar a distribuição física?

Primeiro, vamos entender como as operadoras logísticas atuam com a distribuição física, e o quanto essa etapa tão comum em tais empresas pode evoluir, ser planejada receber uma roteirização tal com investimentos não só em tecnologia, mas atualmente principalmente o quanto os players deste segmento precisam entender o comportamento das grandes cidades, o fluxo de pessoas, o transporte urbano para ganhar diferencial competitivo. Da Distribuição Física em 3 níveis: 

1 . Estratégico – Determina a configuração global do sistema de distribuição:

  • Localização de armazéns;
  • Seleção dos modais de transporte;
  • Projeto do sistema de processamento de pedidos.

2. Tático – Funciona como um planejamento a médio prazo. Contempla os investimentos para viabilizar o sistema de distribuição, como por exemplo aquisição de caminhões, armazéns, dispositivos para transmissão de pedidos ou equipamentos de manuseio

3. Operacional – Compete às atividades do gerente de distribuição e sua equipe, de forma que os produtos fluam através do canal de distribuição até o último cliente. Inclui recolher produtos dos estoques armazenados, carregar caminhões para entrega, embalar produtos para carregamento, manter registros dos níveis de inventário, preparar pedidos para suprir os estoques novamente.

De forma que o objetivo dos Centros de Distribuição (DC) seja operar uma rápida resposta às necessidades do cliente em determinada área geográfica, geralmente distante dos centros produtores, e melhorar o serviço prestado. Os DCs estão focados no nível de serviço que a empresa quer proporcionar ao seu cliente final, seguindo a equação de menor custo em determinado período e local. Em Distribuição Física, os principais sistemas de distribuição são:

  • Transit point que funciona para atender uma determinada área de mercado, distante dos armazéns centrais, atuando como uma instalação de passagem e recebendo carregamentos consolidados e separando-os para entregas locais a clientes individuais.
  • Cross- docking – operam com o mesmo formato que transit points, mas se caracterizam por envolver múltiplos fornecedores, atendendo clientes comuns. Nesta estratégia, as carretas completas chegam de múltiplos fornecedores às instalações do Centro de Distribuição, e há a separação dos pedidos, com movimentação das cargas da área de recebimento, com a movimentação das cargas de recebimento para a expedição.
  • Merge in transit – É uma extensão do conceito de cross-docking, combinado ao Just in time
Crédito: ABAD – Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados

Avaliando as grandes cidades – impactos nos transportes e Logística

Agora com os sistemas de distribuição em mente, em sua própria complexidade, vamos às cidades e sua dinâmica.

Toda a essência de funcionamento da cadeia no comportamento das grandes cidades e como está o investimento na infraestrutura de tais metrópoles.

Acima de tudo, a entrega bem sucedida de qualquer projeto de infraestrutura é mais do que cumprimento de prazos ou conclusão de orçamentos.

É sobre como gerir eficazmente os recursos e demonstrar o valor do projeto às partes interessadas da cidade. Se os cidadãos não sentem que o projeto vale a pena,  ou que os líderes da cidade tenham ignorado suas preocupações, estes projetos serão vistos como fracassos, independentemente deles atingirem seus objetivos. Isto é especialmente verdadeiro em cidades com pouco dinheiro, os cidadãos estão céticos quanto à capacidade de seus governantes cumprirem as promessas de melhorias urbanas.

Os líderes precisam criar relações mais fortes com a comunidade, seja através de parcerias com o setor privado, por exemplo, ou cativando outros funcionários públicos a participarem de tais processos.

 “As cidades precisam de novos métodos de planejamento, e os engenheiros e planejadores que trabalham no setor privado podem ajudá-los a fazer isso. Governos de todo o mundo têm planos para investir em infraestrutura, mas dar continuidade ao financiamento pode ser um desafio. Mesmo quando governos nacionais anunciam que irão investir enormes somas de dinheiro em melhorias de infraestrutura, nunca parece ser o suficiente” . Sr.Dan Hoornweg, professor e pesquisador da University of Ontario Institute of Technology, consultor da Sustainable Cities to the World Bank

“O sucesso virá somente se governos, desenvolvedores de infraestrutura e indústria trabalharem juntos, e isso em escala mundial.” diz Mike Tinskey, Diretor Global da Ford Motor, veículos da Companhia Eletrificação e Infraestrutura. A falta de fundos foi citada pelos empresários e estudiosos, e também por mais de um terço dos entrevistados como um dos principais impedimentos para a infraestrutura e serviços serem efetivados; mesmo quando eles têm acesso aos fundos, muitos líderes  lutam para decidir qual projeto de infraestrutura urbana devem abordar. Recentemente, a escassez de financiamento têm sido especialmente comum no Oeste da Europa, onde os entrevistados estavam mais propensos a citar a falta de fundos como um impedimento.

Mesmo quando as cidades são capazes de garantir fundos para apoiar grandes projetos, o dinheiro por si só não vai resolver todos os seus problemas.

As limitações de espaço, a oposição pública, riscos ambientais, questões regulatórias e falta de gerenciamento de projetos são apenas alguns dos obstáculos que os líderes urbanos enfrentam quando tentam implementar programas importantes.

No Brasil, por exemplo, o Governo está em um esforço para estimular desenvolvimento de infraestrutura para melhorar a mobilidade urbana. No entanto, ainda há pouco em termos de fiscalização destas iniciativas, diz Toni Lindau, presidente e diretor de EMBARQ Brasil, um programa dos Recursos Mundiais Institute (WRI), que apoia soluções sustentáveis de planejamento urbano.

O Brasil fez investimentos em sua infraestrutura, apesar de sua rápida urbanização nas últimas décadas, mas as cidades têm crescido de forma caótica. A maior parte dos projetos não têm orçamento adicional para contratação de peritos externos ou um projeto de formação. Os líderes são deixados para gerir por conta própria. “Isso acrescenta uma série de riscos “, afirma Lindau.

Para Guilherme Penin, secretário federal de Políticas do Porto, com sede em Brasília, o maior obstáculo para entrega de infraestrutura do projeto tem sempre sido a burocracia, em termos de obtenção de licença, auditorias ambientais e legais e a definição entre as partes interessadas para liberação de recursos.

Apesar disso, segundo ele, o governo está fazendo esforços para aliviar os gargalos, fazendo mudanças simples como a aprovação para a construção de estradas. “Agora dividimos as licenças em trechos de 25 km de modo que, se houver um alongamento mais fácil a ser licenciado, será licenciado em primeiro lugar e o trabalho poderá começar a partir dele. Com esta mudança, não é mais necessário aguardar o licenciamento das passagens mais difíceis, que estão localizadas áreas sensíveis em termos ambientais”, observa.

Mesmo quando as cidades são capazes de garantir fundos para apoiar grandes projetos, o dinheiro por si só não vai resolver todos os seus problemas.

As limitações de espaço, a oposição pública, riscos ambientais, questões regulatórias e falta de gerenciamento de projetos são apenas alguns dos obstáculos que os líderes urbanos enfrentam quando tentam implementar programas importantes que aliviem a distribuição física de produtos.

No Brasil, por exemplo, o Governo está em um esforço para estimular desenvolvimento de infraestrutura para melhorar a mobilidade urbana. No entanto, ainda há pouco em termos de fiscalização destas iniciativas, diz Toni Lindau, presidente e diretor de EMBARQ Brasil, um programa dos Recursos Mundiais Institute (WRI), que apoia soluções sustentáveis de planejamento urbano.

O Brasil fez investimentos em sua infraestrutura, apesar de sua rápida urbanização nas últimas décadas, mas as cidades têm crescido de forma caótica. A maior parte dos projetos não têm orçamento adicional para contratação de peritos externos ou um projeto de formação. Os líderes são deixados para gerir por conta própria. “Isso acrescenta uma série de riscos “, afirma Lindau.

Para Guilherme Penin, secretário federal de Políticas do Porto, com sede em Brasília, o maior obstáculo para entrega de infraestrutura do projeto tem sempre sido a burocracia, em termos de obtenção de licença, auditorias ambientais e legais e a definição entre as partes interessadas para liberação de recursos.

Apesar disso, segundo ele, o governo está fazendo esforços para aliviar os gargalos, fazendo mudanças simples como a aprovação para a construção de estradas. “Agora dividimos as licenças em trechos de 25 km de modo que, se houver um alongamento mais fácil a ser licenciado, será licenciado em primeiro lugar e o trabalho poderá começar a partir dele. Com esta mudança, não é mais necessário aguardar o licenciamento das passagens mais difíceis, que estão localizadas áreas sensíveis em termos ambientais”, observa Penin.

Crédito: PwC

Fontes:

http://www.economistinsights.com
http://www.anpet.org.br/
http://embarqbrasil.org

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Automação Logística
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Automação em Logística é uma realidade cada vez mais crescente

O Google planeja há tempos um carro sem piloto, mas será mesmo a indústria da logística que chegará antes nesta pista com os tais “Self-Driving Vehicles in Logistics”?Testes recentes realizados pelos grandes players norte-americanos do segmento tornaram realidade a movimentação de cargas, ainda em áreas não públicas, via caminhões autônomos.

A previsão destas grandes empresas é evoluir o sistema para as rodovias, de forma que tais veículos antecipem mudanças de rotas, como troca de pistas ou alteração numa “highways”, tornando o processo mais seguro também com a limitação de velocidade e observação de impactos ambientais.
Entretanto, a indústria logística terá implementos tecnológicos também nos portos e aeroportos, automatização de paletes e containers, conforme estudos preveem.

Nos Centros de Distribuição haverá veículos autônomos que reconhecem a melhor navegação e não parariam o processo, pois conseguiriam transpor obstáculos em quaisquer espaços. Hoje, mesmo a melhor tecnologia nesse sentido ainda encontra problemas espaciais, mesmo com sensores de direção avançados.

O que virá num futuro breve para a cadeira logística serão os tais “autônomos” com performance de 360º e scanners 3D que mapeiam as rotas, essa será a próxima geração de tecnologia para a otimização em DC (Centros de Distribuição). Uma mercadoria parada na rota não será problema para os sistemas wireless instalados nos pisos e monitorados por rádios de alta frequência. Segundo pesquisas, as aplicações serão múltiplas na cadeia logística.

A aplicabilidade, de acordo com os estudos mencionados, será em:

  • Operações em DC (Centros de Distribuição)
  • Operações internas em logística
  • Transporte pesado de cargas em rodovias, entre cidades
  • “Last-mile delivery” – Entrega final no processo de Supply Chain

Entenda as previsões sobre Automação Logística:

Transport Research Arena, evento que acontece a cada dois anos, foi iniciado em 2006 e trata sobre os principais desafios da logística e do transporte na Europa, num encontro que normalmente envolve indústria, especialistas, pesquisadores e governo. As linhas de pesquisa tem como objetivo trazerem à luz como será a inovação no campo de automação logística:

  • Integração e comunicação entre veículos, pessoas e mercadorias;
  • Veículo autônomo (sem motorista);
  • Novos serviços de mobilidade.

De acordo Alessandro Santiago dos Santos, gerente de pesquisas – automação, governança e mobilidade digital do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o evento quer, cada vez mais, fortalecer o posicionamento do uso da RFID (Identificação por Rádio Frequência) , como um canal de comunicação com as mercadorias será viável e muito útil sim, uma vez que a RFID será a nova geração de identificação de mercadorias, principal porta de diálogo das mercadorias com os veículos ou pessoas. “Extrapolando para um cenário logístico interno nos Centros de Distribuição (Warehouses), imaginemos o mesmo circuito, onde uma mercadoria é inicialmente identificada (etiquetada), é colocada em uma esteira, por onde é decodificada por leitores que identificam o destino e obtêm dos sistemas as regras de transporte desta mercadoria. Ela é então, separada e encaminhada para o portão de despacho ou armazenagem, utilizando as definições em tempo real que podem estar embasadas em atrasos de entrega, por exemplo.

Se, ao invés de uma esteira, tivermos dentro do Centro de Distribuição um caminho percorrido por um veículo autônomo, o cenário seria similar? Então é uma das questões que move os desafios futuros da logística.” Alessandro Santos lança a previsão: “Acredito que a RFID fará parte deste futuro”.

“ Se um distribuidor de alimento ou bebida tiver disponível um AGV (sigla em inglês para o Veículo Autônomo) então a entrega será maximizada, custos serão reduzidos para muito além dos grandes centros de distribuição. ” Ralph Mills, director de sistemas integrados numa tradicional empresa de manufatura norte-americana (DaifukuWebb’s)

Antes da estrada, o RFID

RFID (Radio-Frequency IDentification ou Identificação por rádio-frequência) tecnologia para identificação de itens de produtos simples até automóveis e equipamentos. O sistema funciona por meio de ondas de rádio, assim etiquetas especiais de rádio frequência (em formato de microchips) são acopladas nos produtos. Tais dados são identificados e podem ser transmitidos para um sistema de gerenciamento.

  • Capacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados para etiquetas ativas;
  • Detecção sem necessidade da proximidade da leitora para o reconhecimento dos dados;
  • Durabilidade das etiquetas com possibilidade de reutilização;
  • Redução de estoque;
  • Contagem instantânea de estoque;
  • Precisão nas informações de armazenamento e velocidade na expedição;
  • Localização dos itens ainda em processos de busca;
  • Melhoria no reabastecimento com eliminação de itens faltantes e aqueles com validade vencida;
  • Prevenção de roubos e falsificação de mercadorias;
  • Otimização do processo de gestão portuária, permitindo às companhias operarem muito próximo da capacidade nominal dos portos.

Como está a Automação Logística no Cenário brasileiro?

Em termos globais o Brasil, de acordo com especialistas internacionais, fará bons e altos investimentos neste mercado, ao lado da China que despontará, bem como Rússia.

Ainda haverá o crescimento da produção de mercadoria manufaturadas nos países do Leste Europeu.

Para manter sua competitividade, os Estados Unidos, segundo os estudiosos, terão que investir em novos equipamentos, especialmente os de segurança no trabalho e automatização.

A Apoio Logística tem a tecnologia como aliada ao seu processo, seja no transporte ou seja no Armazém. O Grupo tem buscado continuamente o avanço tecnológico em suas operações.

Gostou de saber mais sobre automação em logística? Converse conosco para ter um auxílio na hora de escolher o melhor operador logístico. Quer conferir na prática? Entre em contato comigo agora 11 95475-6564 ou osmar.vinci@grupoenar.com

Como antecipar soluções
Armazenagem, Dicas, Logística Interna, Projeto Logístico, Transportes,

Como antecipar soluções, prever demandas e como driblar o efeito chicote?

 

Veja o que dizem os teóricos e especialistas da Logística moderna sobre antecipar-se,  manter a competitividade e evitar o efeito chicote:

Os fluxos de informações em cadeias de suprimentos têm sido amplamente estudados nos últimos anos. Para o gerenciamento da cadeia de suprimentos é fundamental que os fluxos de informações forneçam a visibilidade necessária das informações da cadeia, com qualidade e confiabilidade. Chen e Wolfe (2011) apresentam definições para qualidade de dados e confiabilidade de dados.

Já Bowersox e Closs (2001) afirmam que informações precisas e em tempo hábil são, atualmente, cruciais para a eficácia do projeto de sistemas logísticos por três razões básicas. (1) os clientes consideram que informações sobre status do pedido, disponibilidade de produto, programação de entrega e faturamento são fatores essenciais do serviço ao cliente, (2) o objetivo central de redução de estoque em toda a cadeia de suprimentos tem levado os executivos a considerar que a informação pode ser um instrumento eficaz na redução de estoque e da necessidade de recursos humanos, (3) a informação aumenta a flexibilidade para decidir como e onde os recursos podem ser utilizados para que se obtenha vantagem estratégica.

De acordo com Guangliang (2011), o fluxo de informações tem um papel muito importante no gerenciamento da cadeia de suprimentos como forma de reduzir as ilhas de informação entre os diferentes nós da cadeia. Isto afeta a comunicação e a coordenação, aumenta o custo operacional e reduz a competitividade da cadeia.

“No efeito chicote uma pequena alteração na demanda do cliente final é amplificada de membro a membro até chegar ao fornecedor de segunda camada”.

Segundo Du, Wong e Lee (2004), em uma cadeia de suprimentos a comunicação entre os elos passa por um grande número de níveis e é bastante comum a distorção da informação durante o processo de comunicação. Essa distorção pode ter os seguintes efeitos: (1) previsões incorretas de demanda, (2) falta de produtos, (3) ordens reversas, (4) flutuação de preços. Por sua vez, esses efeitos podem causar os seguintes problemas: (1) investimento excessivo em estoque, (2) baixo nível de serviço ao cliente, (3) redução de receitas, (4) capacidade mal planejada, (5) transporte ineficaz, (6) perda de cronogramas de produção.

De acordo com Shuwei e Huiyan (2008), o sistema integrado para o gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a conexão com fornecedores, clientes e processos internos da organização e representa o próximo nível de evolução em cadeias de suprimento.
A disponibilidade de informação de boa qualidade, em tempo hábil, é fator chave para as operações logísticas. Cada erro na composição das necessidades de informação cria uma provável ruptura na cadeia de suprimentos.

As deficiências mais comuns em qualidade de informações enquadram-se em duas amplas categorias: (1) as informações recebidas podem estar incorretas quanto aos acontecimentos e tendências, gerando avaliações e projeções imprecisas, (2) as informações podem estar imprecisas em relação às exigências de um cliente específico, gerando aumento de custos (exemplo: devolução, reposição) e eventualmente perda de vendas (Bowersox e Closs, 2001).

Dinter e Winter (2009) apresentam o conceito de Informação Logística (“Information Logistics” – IL) como sendo o planejamento, controle e implementação de todo o fluxo de dados entre unidades, bem como o armazenamento e provisionamento destes dados. Segundo os autores, a definição de uma estratégia de IL é desafiadora porque precisa coordenar um grande número de objetivos locais, harmonizar soluções não homogêneas, gerenciar redundâncias e alinhar os objetivos de curto prazo com os objetivos de longo prazo.

A possibilidade de as empresas trocarem informações tem contribuído para a redução da falta de visibilidade na cadeia de suprimentos sobre a real demanda dos consumidores finais, fator que influencia diretamente a formação de estoques de segurança (Fleury et al., 2007).

Segundo Lustosa et al. (2008), a gestão de estoques requer constante disponibilidade sobre o andamento das decisões e dos níveis de estoque. A obtenção e atualização dos dados necessários, além da transformação destes em informação útil, são os objetivos dos sistemas de controle de estoques. Assim, quando a informação não está disponível, a gestão de estoques não pode ser realizada de forma eficaz, o que pode causar dois tipos de problemas: (1) excesso de estoques com aumento de custos, (2) falta de estoques com perda de vendas.

Ballou (2001) considera que os custos de manutenção de estoques são:
Espaço, capital, serviços de estoque (seguro / impostos), riscos (deterioração, danos, roubo, obsolescência). Por outro lado, os custos da falta estão associados com vendas postergadas e vendas perdidas.

Para Figueiredo et al. (2006), em uma empresa que comercializa produtos acabados, o custo financeiro de estoque pode ser calculado multiplicando-se o valor dos produtos em estoque pela taxa de oportunidade da empresa.

No caso de empresas industriais, os produtos acabados são valorados com base no custo do produto vendido (CPV), que considera todos os custos industriais fixos e variáveis. Em contrapartida, a perda de venda devido à falta de produto para atender a demanda prejudica uma das principais dimensões do nível de serviço logístico, a disponibilidade. Entre a série de complicações decorrentes da falta de produto podem-se destacar o resultado negativo para a marca e a perda de fidelidade dos clientes.

O custo da venda perdida pode ser calculado pela margem de contribuição unitária do produto multiplicada pelo volume que deixou de ser vendido Lustosa et al. (2008) ressaltam que as práticas de compartilhamento de informações e planejamento colaborativo entre clientes e fornecedores visam atenuar o chamado efeito chicote, isto é, o acúmulo de estoques e atrasos ao longo das cadeias de suprimento.

Ainda segundo o autor, o grande problema de uma gestão integrada da cadeia é a limitada visibilidade da demanda real, amplificada por fenômenos como o efeito chicote, que amplifica e distorce a demanda no sentido montante (sentido dos fornecedores, sentido “upstream”) da cadeia.

O atual estágio da tecnologia da informação e comunicação tem permitido o compartilhamento de informações entre fornecedores e clientes, criando cadeias formadas por unidades de negócios independentes e virtualmente integradas. Na prática, essa inexistência de amplificação / distorção da demanda é algo muito difícil de ser alcançado. Vários fatores, como lotes econômicos de produção e transporte, descontos em função da quantidade de compras e falta de previsões de demanda colaborativas fazem com que a distorção da informação real de demanda seja constante na prática.

Pattnaik et al. (2009) consideram que a distorção da informação é comum nas cadeias de suprimentos. Uma das consequências da distorção de informação é o efeito chicote. As estratégias para combater o efeito chicote incluem compartilhamento de informações, alinhamento de canais e eficiência operacional.

Fonte: Lustosa L. J. et al., Planejamento e Controle da Produção, 2008

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6 passos importantes para fugir da guerra de preços
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6 passos importantes para fugir da guerra de preços

A guerra de preços certamente é uma das principais reclamações entre empresários. Há concorrência em praticamente qualquer atividade, e nichos poucos explorados são cada vez mais raros.
Com o crescimento do mercado é impossível visualizar a extinção da concorrência, afinal, você também está inserido nela. Mas apesar da palavra “preço” ser um dos principais pontos analisados em uma negociação, ainda sim, existem clientes dispostos a buscar o valor agregado: qualidade e diferenciais dentro de um serviço.
Quantas vezes você teve a promessa de uma remessa em “x” dias úteis e o atraso chegou a ser o dobro, senão mais? Ou situações onde o que é prometido, seja produto ou serviço, fica aquém das expectativas, seja no armazém ou no transporte.
Apesar de qualidade e prazos de entrega surgirem como parte da longa lista de exigências, é fácil encontrar empresas que passam longe desses critérios, e é por isso que prometer prazos e qualidade pode se tornar um diferencial no seu mercado de atuação.
Mas para que isso aconteça, sua estratégia precisa ser assertiva, pois a partir de uma boa estratégia, você projetará seus diferenciais e como resultado, conseguirá destaque no mercado.

Planejamento

Analise seus clientes. Saiba quem são eles, qual a localização, e outros dados que julgue pertinente. Conhecer profundamente seu público não é tarefa fácil, por isso, caso sua carteira de clientes seja grande, vale contratar profissionais específicos para essa tarefa, neste caso um operador logístico pode te ajudar.
Vale também fazer uso de uma poderosa ferramenta. O seu banco de dados. Dependendo do nível de informações que você solicita a cada novo cliente, é possível mesurar quem são seus clientes a partir do banco. Afinal, nele estão contidas informações de contato, compra, localidade, frequência e etc. Normalmente quando elaboramos projetos para os clientes costumamos pedir uma gama de dados para ter uma ótima análise, veja a seguir.

Sistema de gestão de dados

A tendência que invade o mundo dos negócios é a big data. Nela estão englobados poderosos sistemas de gerenciamento e dados.
Por exemplo, empresas que estão entre as primeiras no ranking de estratégia logística, investem milhões por ano em sistemas de gerenciamento. Tudo para agilizar os processos dentro da cadeia de suprimentos (SCM), diminuindo custos e erros, e maximizando lucros e resultados.
No caso do Brasil, a logística ainda é muito nova e ainda apresenta muitos problemas, mas muitos resultados positivos vindos de fora estão sendo aplicados em empresas.
Ainda usando a logística como suporte dessa conversa, é possível que você já tenha ouvido falar de sistema de gerenciamento de armazéns (WMS), ou sistema de gerenciamento de transporte (TMS). Então! Essas são algumas das ferramentas que auxiliam as empresas de logística a manter o fluxo de operações.
A Apoio Logística, por exemplo, possui esses sistemas (TMS, WMS), mas também não deixa de aliar outras tecnologias para atingir as expectativas de seus parceiros e clientes, como por exemplo: coletor de dados no armazém, sistema de gestão de entregas em tempo real, etc.
Ainda no Brasil, um novo sistema de gerenciamento que vem fazendo muito sucesso entre empresas do ramo é o sistema de gerenciamento por voz.
O sistema de gerenciamento de armazéns (WMS) permite que o operador separe os produtos, além de identificação dos produtos de forma muito mais rápidas. Tudo é feito através uma geração de pedido de separação e disponibilizado na tela do coletor de dados, dispensando papéis e planilha de conferência, o sistema permite ainda maior concentração na tarefa por parte do operador, e em alguns casos chega a diminuir até metade do tempo na separação de kits.

Mostre o valor para seu cliente por meio da informação

É recorrente que o cliente escolha pelo menor preço, por “desinformação” sobre o mercado e as especificações que diferenciam o seu produto dos demais. Por isso, ataque na informação. Permita que o cliente acompanhe o processo de produção ou logístico através de dados, e se possível até fotos. Essa tomada traz mais segurança e fidelização do cliente.
Todo esse aparato tecnológico, combinado com a internet forma a big data, que por sua vez, agrega valor de informação o seu serviço ou produto. A integração destes sistemas ou mais, permite que a empresa ofereça informações precisas a seus clientes.
Mas como o cliente vai saber? Existe a possibilidade de compartilhar essas informações (monitoramento) através de gestão web. Mostrar o posicionamento e transmitir essas informações de forma clara e objetiva.
Não adianta criar serviços incríveis se os clientes não estiverem capacitados para notar o valor.
As empresas se diferenciam pela gestão dos processos e, por incrível que pareça, como apresentado no início do texto, cumprir com exigências simples, prazo, qualidade e informação concisa são os melhores caminhos para conquistar clientes.

Logística agregadora

E para esses aspectos básicos e fundamentais a estratégia logística é capaz de criar uma reputação positiva em torno da sua marca, transformando a empresa em uma referência para o cliente.
Agregar valor de qualidade. de lugar, de tempo e valor de informação são resultados de uma boa logística e de uma empresa que é referência de mercado e que ninguém terá receio de contratar.
Ao mesmo tempo, é possível alcançar clientes mais qualificados, que estejam dispostos a pagar mais por um serviço melhor, pois já tiveram problemas antes. É esse cliente qualificado que toda empresa almeja alcançar.

A Apoio Logística quer que voce foque no seu negócio, nosso objetivo é garantir a melhor produtividade na sua operação. Teremos muito prazer em mostrar como isso será possível, usando a melhor tecnologia e contando com vários anos de expertise no segmento. Quer conferir como isto funciona na prática? Entre em contato comigo agora no telefone (11) 95475-6465 ou pelo e-mail osmar.vinci@grupoenar.com

Seja dono dos seus hábitos
Dicas, Sem categoria, Vendas,

Veja como estar no controle dos seus hábitos

Problemas para se concentrar em certas atividades devido as várias distrações existentes. Nosso cérebro foi feito para fazer uma atividade por vez e além disso diversos fatores acabam chamando mais a nossa atenção em determinados momentos. Mas você sabia que estar no controle dos seus hábitos é possível aumentar o foco?

De acordo com Charles Duhigg autor do livro “O poder do hábito”, o surgimento dos hábitos acontece porque o cérebro sempre procura uma forma de não se esforçar. Como não é possível diariamente adquirir novos hábitos, quando algum é aprendido eles não desaparecem.

Afinal, o que é um hábito? Trata-se de uma escolha que é feita deliberadamente em algum momento. Depois não pensamos mais a respeito disso, mas continuamos a fazê-lo quase que todos os dias.

Ainda segundo o autor o funcionamento do hábito é similar ao loop. Ele se inicia com a Deixa que é um estímulo dado ao cérebro para que entre no modo automático. É através dele que o hábito que deve ser usado é indicado.

Isso leva a Rotina que nos leva a executar a deixa e assim não nos decepcionamos. Após a rotina vem a Recompensa. É ela que mostra ao cérebro que memorizar aquele loop para o futuro é algo que vale a pena.

A adoção de uma rotina facilita o surgimento do hábito?

A rotina é uma sequência de etapas que seguimos de forma praticamente mecânica. Quando ela é adotada este padrão continua nas nossas cabeças para sempre. Se essa rotina é prejudicial só existe uma forma de combatê-la: criando novas rotinas mais poderosas que os antigos comportamentos.

Quando uma rotina é realizada regularmente ela acaba se tornando um hábito. Afinal, fizemos uma escolha de forma deliberada e agora não precisamos mais pensar para poder segui-la. Tudo funciona de forma automática. Mas o hábito pode aumentar o foco e nos ajudar a alcançar o sucesso? É o que vamos descobrir a seguir.

A adoção de hábitos permite aumentar o foco?

Nosso poder de concentração está frequentemente sendo testado. São inúmeras distrações existentes no dia a dia: telefone que toca, emails recebidos, redes sociais, dúvidas que o colega quer tirar são alguns exemplos. Como tiramos alguns minutos para resolver tudo isso acabamos perdendo o foco na atividade que estávamos fazendo.

O resultado disso? Nossa produtividade diminui já que perdemos tempo com as distrações e ainda perderemos mais algum tempo para se concentrar novamente.

Mas algumas técnicas podem ser adotadas para fazer com que tenhamos um aumento do foco. Em todas elas é preciso adotar hábitos que nos permitam alcançar este objetivo. Ou seja, para conseguir promover um aumento no nosso poder de concentração precisamos adquirir hábitos que nos permitam isso.

Ter mais poder de concentração para realizar as tarefas é essencial para quem deseja alcançar o sucesso. Afinal, ao conseguir ter foco nas atividades elas serão mais bem feitas e consequentemente todo o nosso esforço será reconhecido em algum momento.

Adotar hábitos regulares forma nosso comportamento diário
Você pode até não ter percebido, mas com certeza tem algum hábito que todos os dias realiza. Isso pode ser bom ou ruim, pois podem interferir no nosso bem estar como uma má alimentação ou sedentarismo, por exemplo.

É importante que tenhamos hábitos regulares que nos desenvolva. Muitas vezes, para que isso aconteça é preciso passar por alguns sacrifícios em prol de um bem maior. Por exemplo, você é um péssimo ouvinte, mas sabe o quão importante é ouvir os outros. Adotar o hábito de ouvir não será fácil, mas necessário para o seu crescimento.

A adoção de um hábito trata-se de um exercício mecânico para que o que foi treinado seja incorporado. Para que este objetivo seja alcançado não tem outra saída, você terá de se superar. Essa afirmação é válida tanto para a vida pessoal quanto a profissional.

Afinal, se decidimos cultivar bons hábitos precisamos passar pela etapa de acostumar o nosso subconsciente. Assim, conforme ele vai gravando essa programação e sempre repetindo coisas certas, erradas, boas ou más irão surgir.

Isso acontece porque existem comportamentos que são capazes de nos trazer resultados e também os que podem ser considerados bons ou maus. São os bons hábitos que nos levam a ter uma produtividade maior já que os recursos são melhor utilizados e a capacidade de gerar resultados aumenta.
Como se tornar mais produtivo e ter sucesso
Para se tornar mais produtivo e alcançar o sucesso que todos sonhamos podemos fazer o seguinte:

? Faça o planejamento do seu dia uma noite antes – Apenas 15 minutos são necessários para que a agenda seja organizada o dia seguinte planejado. Você fará isso listando tudo o que precisa realmente fazer.

? Tarefas simples – Há alguma tarefa que pode ser realizada em pouco tempo? Se sim então realize-as primeiramente sem que seja necessário anotar na sua lista já que não precisa de planejamento.

? Lista de tarefas em um lugar de fácil acesso – Nada de fazer a lista de tarefas e guardá-la no fundo de uma gaveta para esquecer. Coloque-a em um local que a veja todos os dias para poder realiza-las.

? Defina as prioridades – Defina quais as prioridades existentes na sua vida e o motivo dela ser realizada. Isso vai evitar o procrastinamento causado pela falta de entendimento do porquê fazer aquilo.

? Defina seu sistema – Nesse mundo tecnológico o que não falta é ferramentas, sistemas e aplicativos que ajudam na produtividade. Teste alguns e encontre o que melhor se encaixa na sua rotina.

? Nada de distrações – Nada de perder tempo olhando as redes sociais, assistindo TV ou qualquer outra coisa que atrapalhe sua produtividade. Ao invés disso reserve alguns minutos do seu tempo livre para fazer isso. Assim você poderá focar no que realmente é importante.

? Busque aprender com os melhores – Em qualquer área existem pessoas que são ótimas no que fazem. Por isso, descubra o que fizeram para conseguir realizar as tarefas e adote a mesma técnica.

Se o seu objetivo é ter sucesso no que faz não tem outra forma a não ser aumentar o foco. Identifique quais hábitos que são desproporcionais a este objetivo para não realiza-los e adotar outros que sejam positivos. Caso seja mais de um mude um por vez, pois a rotina inspira certo conforto e voltar a ela é muito fácil.
Assim…
O processo para aumentar o foco não é fácil, pois é preciso se tornar dono dos próprios hábitos. Quando um hábito é adotado deixar de fazê-lo requer muito esforço. Como nosso cérebro busca gastar menos energia e a adoção dos hábitos proporciona isso, muda-los não é algo simples.

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A tecnologia
Armazenagem, Dicas, Projeto Logístico,

Veja como a tecnologia digital irá te ajudar nas operações logísticas.

Na era da tecnologia digital, a informação, as plataformas de gestão e os aplicativos para smartphones, especialmente voltados para o setor logístico, garantem resposta rápida para problemas logísticos e informações mais precisas durante toda a operação.
Com a tecnologia digital é impossível fugir do uso de softwares em nosso dia a dia. Acordar pela manhã com o despertador do celular e verificar previsões do tempo, conferir notícias enquanto toma um café da manhã, já é uma realidade. No trânsito, o GPS moderno, e os aplicativos de celular orientam e facilitam nossa vida para chegar ao trabalho. Na empresa, o uso de plataformas operacionais para gestão de informações facilita e orienta as tarefas. Ao final do dia, até a decisão de atividades de entretenimento e lazer são diversas vezes, definidas por troca de mensagens e informações via web.
Essa imersão diária no mundo digital impulsiona empresas de todos os segmentos a se adaptarem e oferecer o máximo de dados e informações, muitas vezes, com acompanhamento em tempo real, para que parceiros e clientes possam tomar decisões mais rápidas, mudando as estratégias de mercado e administrar melhor o tempo.

Como fica na logística?

No setor logístico, essas adaptações são determinantes para o sucesso ou fracasso dos negócios. Operadores logísticos fazem uso de diversos sistemas de gestão TMS (módulo de gerenciamento de carga) ou WMS (gerenciamento de armazenagem e distribuição de carga).
Esses dois principais sistemas já trazem diversas vantagens em uma operação logística como:

  • Otimização de recursos (condutores, ajudantes e caminhões);
  • Acompanhamento em tempo real da operação;
  • Rápido gerenciamento de informações;
  • Aumento da rentabilidade, rapidez nas respostas e qualidade no serviço.

A era da tecnologia digital não possui muros e avança de diversas formas no setor logístico. O exemplo mais recente é o uso de smartphones nas operações.
Com milhões aparelhos móveis ativos no país, a integração entre gestão de informação e smartphones demorou acontecer, mas já tem se tornado um “facilitador” para motoristas nas estradas e controladores nos centros de distribuição, e claro, pode até ser usado pelo proprietário da carga.

Como a tecnologia digital trouxe mais segurança

Os novos apps permitem acesso às informações de trânsito, pontos críticos de carga e descarga, e trazem dados específicos dos materiais transportados, consumo de combustível, além de uma série de outros dados pertinentes a categoria.
Com a troca de informações ágeis, os novos apps também dão ao motorista mais segurança para o negócio, aumenta produtividade durante o serviço.
Há ainda empresas que desenvolvem produtos (softwares/hardwares) de monitoramento e manutenção de veículos, visando diminuir custos logísticos, otimização de frota, monitoramento do estado dos pneus, avaliação de comportamentos de riscos – direção em alta velocidade, troca brusca de pistas, desvio de trajeto, parada em locais não cadastrados. Tudo isto fornece informações para as empresas de gerenciamento de risco e seguro de cargas terem uma melhor visão e informações que possibilitem decisões rápidas como um contato com o motorista ou até o bloqueio do veículo a distância.
Esses serviços mais segmentados são destinados às empresas de grande e pequeno porte que desejam controlar melhor o comportamento da frota (veículo/motorista), diminuir os riscos de roubos.
Essa tecnologia também pode cobrir veículos pequenos, como carros e vans, o que permite inclusive, controlar remotamente a trajetória e até limitar a velocidade do trajeto. Além de ser cotada inclusive, para ser usada a favor de vans escolares, pois o objetivo é garantir segurança dos motoristas e passageiros.

A tecnologia digital reduz custo de frete.

Outra tecnologia voltada ao setor logístico é a plataforma online que auxilia empresas de pequeno porte a encontrar espaços disponíveis para transportar a carga, Ela permite a conexão entre transportadores, trades e agentes de carga, já que anualmente milhares de contêineres são transportados com espaços vazios, pois nem sempre é possível agrupar cargas para compartilhar. O objetivo dessa plataforma é diminuir o tempo de espera para compartilhamento de carga que hoje pode chegar a semanas.
Algumas plataformas permitem a oferta de carga, pelo modal rodoviário, para um determinado destino, colocando desta forma o dono do caminhão e o responsável pelo embarque da carga, tudo com o objetivo de conseguir um melhor custo de frete e quem ganha com isto é o cliente.

A tecnologia digital aumenta as vendas

A tecnologia digital facilita na otimização do veículo através de sistemas que ajudam a determinar a melhor forma de carregamento diminuindo os espaços ociosos. A tecnologia digital facilita também a roteirização das entregas contribuindo sensivelmente na melhoria da performance da distribuição.

A tecnologia a favor do cliente

Aqui na Apoio Logística temos diversas ferramentas que ajudam os nossos clientes a terem a informação na palma de sua mão, de forma que consigam acompanhar se a sua carga já está dentro de nosso armazém ou se os seus pedidos já foram expedidos, enfim é possível criar uma série de informações de acordo com cada necessidade. Tudo isso para você focar no seu sucesso e nas suas vendas.

Deseja acrescentar mais alguma informação? Então, deixe o seu comentário! Quer conferir como isto funciona na prática? Entre em contato comigo agora no telefone (11) 95475-6465 ou pelo e-mail osmar.vinci@grupoenar.com.br ou Whatsapp (11) 99151-9788